Mostrando postagens com marcador Irmandade da Adaga Negra. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Irmandade da Adaga Negra. Mostrar todas as postagens

Resenha: Amante Meu - J.R. Ward



Alerta: Resenha do oitavo livro da série da "Irmandade da Adaga Negra" e pode conter spoilers dos livros anteriores. 

  Para ler as resenhas na ordem, clique nos links abaixo (estão listados na ordem de publicação) 


“Queria ser possuído. Queria alguém para dizer: Você é meu.” – John (página 41)

           Quatro semanas se passaram desde que Xhex foi seqüestrada e John ainda não desistiu de encontrá-la. A essa altura ele já não sabe se a verá viva ou morta mas não desiste – afinal está loucamente apaixonado por ela.
            Enquanto isso, do outro lado de Caldwell, Xhex está presa em uma espécie de bolha criada por Lash. Ninguém pode ouvi-lá, ninguém pode vê-la, além do filho de Ômega. Sendo assim, como seriam capaz de encontrá-la.


PONTOS FORTES:

            Xhex e John são um dos melhores casais da série, amei o relacionamento deles e a maneira como ambos deram forças um para o outro para ‘superar’ o passado. Também gostei como tudo aconteceu entre esse casal (dessa vez não é o mocinho que salva a mocinha) – enfim, todas as situações envolvendo Xhex e John foram pontos fortes.
            Além disso, Payne também me pareceu uma personagem interessante, eu estou curiosa sobre o livro dela (principalmente pelo final dramático).

PONTOS FRACOS:

           Por onde começo? As 200 primeiras páginas foram uma bomba total, a ponto de eu pensar em abandonar o livro. Muito flashback, muito drama e... muitas falhas gráficas nas páginas do livro. Algumas páginas estavam tão desbotadas e ilegíveis que eu fiquei na dúvida se estava lendo um livro novo mesmo. Como não ouvi comentários sobre isso de outros blogueiros vou considerar uma falha isolada da Universo dos Livros. Porém é preciso prestar mais atenção a impressão de todas as páginas.#FikDik
           Mas, voltando ao conteúdo, depois das primeiras 200 páginas de puro tédio o livro finalmente começa. Já disse aqui que detesto aquelas voltas no tempo que ocorrem durante certos livros? Os famosos flashbacks povoam Amante Meu o que foi muito, muito irritante, mesmo sendo algo fundamental para o entender o passado de Thor e de Darius Jhon. Consegui aturá-los depois da página 200 mas para mim foi algo negativo mesmo.
            Ainda nos aspectos negativos, achei previsível e desnecessário todo aquele mistério em torno do “Fantasma de Rathboone”. Se o objetivo da autora era criar expectativa sobre a volta desse personagem comigo não deu certo.
            E, para completar o pacote, ainda temos capítulos inteiros dedicados a deterioração física e mental de Lash o que é quase tão chato quanto acompanhar um Sr. X ou Sr. O da vida.

CONCLUSÃO:

           No quesito casal, o livro é ótimo. Porém a maioria das partes e elementos da história foram chatos, cansativos e desanimadores. Para mim a autora adiantou tanto da história de John e Xhex nos livros anteriores que ficou “sem assunto” em “Amante Meu”: Só pode ser isso para ter tantos momentos de outros personagens.  Ok, por esses momentos pude perceber que a Saga ainda vai longe, mas, embora ainda tenha interesse em continuar lendo sobre a Irmandade, a maneira como Ward tentou conduzir os outros elementos não me agradou.
         Enfim, no geral, não é um dos melhores livros da série. Se fosse só pelo casal eu daria 9 mas, considerando tudo isso, minha nota final é 7,5 – um livro razoável (meio ponto a mais pelas cenas que salvam).


Obs.: Eu não comentei nada sobre Quinn e Blay, não é? Só digo uma coisa: Agora também não quero que eles fiquem juntos. Rum! (Sim, eu sei que eles ficam juntos mas não curto mais esse casal). 

Obs.²: Publiquei essa resenha originalmente lá no Livros em Pauta



Irmandade da Adaga Negra: Guia Oficial da Série - J.R. Ward #Resenha



            Quando li sobre o lançamento desse Guia logo decidi que iria comprá-lo. Não tive nenhuma expectativa mirabolante como as que eu tenho quando compro os livros da Irmandade, mas queria o “Compêndio” (é assim que alguns se referem a ele) na minha estante por que sou fã da serie.

            É claro entre o querer na minha estante e ler o Guia de fato há muita diferença e muito tempo se passou sem que eu sentisse a mínima vontade de ler esse livro. Até que eu li algumas resenhas positivas, tomei coragem e o peguei.
            O Guia fala um pouco mais sobre os irmãos e sobre a própria autora, seu processo criativo e a maneira como encara essa serie.  Também há uma pequena história sobre Zsadist e Bella, quando ambos têm que se adaptar à nova rotina com Nalla, além de cenas engraçadas que ocorrem no QG da Irmandade, provavelmente entre um livro e outro.
            Primeiro, sobre “Meu pai”, o conto de Z. e Bella: achei um que merecia ser compartilhado com os leitores, principalmente para mostrar que Z., apesar de ter melhorado muito depois de se apaixonar por Bella, ainda tem muitas barreiras emocionais e, talvez, nunca seja tão tranqüilo ou despreocupado. Faz todo o sentido os conflitos pelo o qual o herói passou nesse conto e, confesso, fiquei com lágrimas nos olhos em alguns momentos e muito feliz por ter dado certo no final.
            Sobre os guerreiros, é palpável nesse livro que Ward tem seus favoritos. Zsadist está no topo da lista de personagens favoritos da autora, algo que ela já tinha dito antes em entrevistas. Butch e Wrath também têm a simpatia dela, assim como Phury (eca!). O irônico é que meus dois personagens favoritos não sejam tão queridos pela autora: Ela admitiu que, no inicio não gostava de Rhage, mas depois passou a gostar dele, e Vishous... O tempo inteiro no livro dá para perceber a profunda antipatia que Ward sente por ele, chegando a dizer que ter que escrever seu livro foi um dos seus maiores desafios como escritora.
            Mas o que mais me preocupou, ao ler o Guia, foi o processo de escrita da autora. Ward não tem qualquer controle sobre a trama de seus livros. Como ela mesma afirma, as cenas vão se passando em sua mente, cabendo a ela apenas escrever e tentar encontrar algum sentido nelas.
            Claro, há também um obsessivo processo de revisão para que o livro tenha um andamento razoável, a história tenha alguma verossimilhança e os diálogos entre os personagens sejam o mais próximo possível da realidade. Mas, saber que o processo criativo dela ocorre de maneira meio anárquica, com as imagens simplesmente passando, me dá a sensação de que, mais cedo ou mais tarde, ela vai acabar metendo os pés pelas mãos e estragando a série.
            Sentimos um “gostinho” disso em “Amante Liberto(SE NÃO LEU O LIVRO PULE ESSA PARTE DA RESENHA): Ela vir me dizer que, para ela, foi perfeitamente natural que Jane se transformasse em fantasma, que foi um alivio para ela quando viu que Jane se transformou em fantasma por que ela já estava pensando que não teria um final feliz dessa vez... (FIM DO SPOILER DE ‘AMANTE LIBERTO’) É assustador ver uma autora conduzindo sua série preferida dessa maneira.  

            Continuando, o livro tem passagens muito divertidas e outras intrigantes que a autora postou nos fóruns online. Me deixou curiosa para saber mais sobre os personagens e continuar lendo a série, o que imagino que seja a intenção do Guia. Também foi legal ver a autora se referir aos seus personagens como se existissem de fato; dá a impressão de que é só ir para Caldwell e dar de cara com os irmãos. Se bem que é uma cidade fictícia, então...

            Indico se gosta da série, se é fã e se quer saber mais sobre os personagens tão fascinantes. É uma leitura obrigatória para você que lê os livros? Não. Mas é divertido, ajuda a entender algumas coisas que aconteceram nos livros e, como eu disse acima, aumenta a vontade de continuar acompanhando a trajetória dos Irmãos. Nota 8um bom livro.  




***
Gosta da I.A.N.? Leria esse livro? Comente!


RESENHA: Amante Vingado - J.R. WARD.







Aviso: Essa é a resenha do sétimo livro da Série da Irmandade da Adaga Negra e pode conter spoiler dos livros anteriores a esse. 

Para ler as resenhas na ordem, clique nos links abaixo (estão listados na ordem de publicação) 

1-                  Amante Sombrio 
2-                 Amante Eterno
3-                 Amante Desperto 
4-                Amante Revelado 
            5-        Amante Liberto  
            6-        Amante Consagrado



“A questão com os sympathos é que eles adoram muito a maldade em si mesmos para que outros possam confiar neles”. (pág. 48)


Rehv é meio-sympatho, sempre lutando contra sua natureza maligna e, vez ou outra, deixando-se levar por ela. Ele também é dono de uma boate, onde age como traficante, cafetão e agenciador de apostas.
Ehlena é uma jovem enfermeira, antes pertencente à alta-sociedade vampira, mas agora tendo que trabalhar pelo seu sustento. Cuida do pai, que é mentalmente instável e tem pouco tempo para uma vida social.
Um é um anti-herói típico, escolhendo fazer o certo apenas por motivos pessoais, agindo a sua própria maneira. A outra, uma típica heroína, a bondade uma coisa natural, sempre disposta a ajudar o próximo.
A primeira vista Rehv e Ehlena não tem nada em comum mas, como o próprio Rehv pensa logo no inicio do livro, ambos tem aquele sentimento de não pertencerem a lugar nenhum, de estarem sozinhos mesmo rodeados de pessoas (clichê mode on) e essa solidão é o que chama a atenção de Rehvenge no inicio.
Mesmo quando ele passa a se sentir atraído por ela, não faz nada a respeito, porque não se considera digno de nenhuma fêmea.  Porém, por que isso é um romance e por que é inevitável, Rehv e Ehlena acabam se envolvendo.

PONTOS FORTES.

Setecentas e doze páginas de IAN. Confesso que no inicio achei que isso iria ser um baita ponto negativo, mas me surpreendeu a maneira como Ward conseguiu fazer com que esse número de páginas não soasse um exagero. A autora ainda utiliza o romance como tema principal de suas histórias, mas, como vinha acontecendo em outros livros e mais ainda nesse, são várias as histórias narradas e se entrelaçam. Wrath e Bella são co-protagonistas em “Amante Vingado”, surge um novo desafio que coloca o relacionamento deles em crise, e é tão interessante rever esse casal quanto acompanhar a evolução do de Ehlena e Rehvenge.
Falando deles, aliás, no começo achei Ehlena meio sem-sal, mas depois achei que ela é perfeita para o Reverendo. É o tipo de mulher que ele parece admirar desde “Amante Revelado” quando teve uma “quedinha” pela Marissa (Freud explica: Reparem na mãe do sujeito) e, conforme o livro vai transcorrendo, percebi que Ehlena era uma lutadora, à sua própria maneira (todas as heroínas da Ward são).
Como ponto positivo há também John Matthew, que continua sofrendo mais que a Maria do Bairro. O relacionamento dele e de Xhex também dá uma progredida no começo desse livro, o que faz com que roubem a cena, pelo menos para mim. Não é segredo para ninguém que eles foram a salvação do livro anterior.
Em tempo: Phury quase não aparece, o que é sempre um ponto positivo.

PONTOS FRACOS.

Ainda que várias histórias sejam narradas Ward teve que fazer malabarismos para trabalhar com todos os personagens que criou. É nítido que a autora adora citar um ou outro personagem, enquanto que outros têm pouquíssima participação: Mary, por exemplo, só tem uma voz depois na página 555 por que, antes disso, nem seu nome a autora escreveu.
Outro ponto negativo foi o surto bad boy do John. No começo eu até entendi sua atitude, já estava esperando uma reação assim depois que ele  foi “chutado” pelas duas pessoas com quem mais se importava, quase em seqüência. Mas depois aquela história de bêbado foi enchendo o saco e a maneira como ele trata Xhex quase no finalzinho do livro foi a gota d’água, me senti quase traída pela mudança tão brusca no personagem.
Falando nisso, eu disse acima que o John sofria mais que a Maria do Bairro mas a Xhex também não fica muito atrás, a vida dela bem que poderia se chamar “Desventuras em Série”. Porra, Ward!
E Lash é tão babaca que não vou nem comentar (apesar de eu ainda preferir ele a um redutor comum).

Conclusão.
Depois do sofrível “Amante Consagrado”, Ward volta a se superar. A autora volta às origens em “Amante Vingado”, retomando personagens “esquecidos” e fazendo com que os fãs (eu entre eles) sintam-se tão conectados com a história que acabam se esquecendo de que no final tudo dá certo: Acho que, desde os primeiros livros, não sinto uma ansiedade tão grande quanto a que eu senti na seqüência dentro do túnel.
O resultado é um novo fôlego para a história dos Adagas e a impressão de que, apesar de ter muitas histórias para serem contadas, a autora ainda parece saber o que está fazendo. Nota 9,5 o livro não entrou na minha lista de favoritos mas é tão bom que chegou bem perto.

P.S.: Apesar dos elogios infinitos a autora e a esse livro, quero deixar registrado que estou preocupada com a história de John e Xhex. Espero sinceramente que John não aja como um babaca em sua própria história. 


Você lê essa série? O que achou da resenha? Aguardo sua opinião! 



Resenha: Amante Consagrado – J.R. Ward





                                                                                                             
Alerta: Esse post contém spoiler dos livros anteriores. Se você já leu até o quinto livro (Amante Liberto) ou se não se importa com revelações sobre o enredo pode ler sem problemas. 

Clique nas imagens abaixo para ler sobre os outros livros da saga.





                                                                           
                
                                                
1-                  Amante Sombrio (capa vermelha)
2-                 Amante Eterno ( capa azul)
3-                 Amante Desperto (capa cinzenta)
4-                 Amante Revelado (capa meio metálica, a única que tem uma mulher em destaque)
            5- Amante Liberto  (capa laranja à direita) 


“Acorde Phury. Você está se matando. Pare de arranjar muletas e espalhar mentiras e olhe para si mesmo com atenção.” ( Zsadist, pág. 284)

            Na Irmandade, Phury sempre foi o cavalheiro, o bom samaritano. Aquele que separa as brigas, que faz tudo por todos e que nunca pede nada em troca. Em um desses momentos de “bondade” e benevolência Phury se oferece para ser o Primaz ao invés de Vishous, para que esse pudesse encontrar sua cara-metade. 
Phury se torna então o reprodutor Primaz da raça, aquele que vai ser responsável por gerar tanto os futuros guerreiros quanto as futuras escolhidas. Mas as coisas não estão saindo da maneira que se esperava, por que ele não faz a iniciação como esperado e leva sua Primeira Companheira, Cormia, para viver do Outro Lado (as Escolhidas vivem num mundo afastado dos demais, só tendo acesso a ele quem for autorizado pela Virgem Escriba). Phury deseja Cormia, mas não quer forçá-la a nada e, com isso vários meses se passam, sem que nada aconteça entre eles. 

Paralelo a isso há o vício de Phury. Tentado acalmar “O mago” em sua cabeça ele se tornou um viciado em ópio Fumaça Vermelha mas, nos últimos tempos essa droga não é mais suficiente.  Desde o primeiro livro da série sabemos sobre o vício de Phury mas em “Amante Liberto” a auto-destruição toma níveis preocupantes e isso só piora em “Amante Consagrado”
Entre o dever para com a raça, o amor que sente por Cormia, e o vício de drogas, Phury vai ter que tomar decisões importantes, que talvez mudem o destino da raça dos vampiros para sempre.

 PONTOS FORTES.

Cormia, como heroína da história, me surpreendeu: Achei que iria ser uma probre coitada mas ela tem momentos de decisão e, embora não entre na minha lista de shellans preferidas, gostei da maioria das atitudes dela.
Ponto positivo também foi o relacionamento de Xhex e John, que é mais explorado nesse livro. Para mim esse foi o grande ponto forte de Amante Consagrado, mal posso esperar para ler a história dos dois.
Nesse livro Revh volta a aparecer o que é sempre um ponto positivo. Falando em pessoas que voltam a aparecer, um certo guerreiro retorna de seu exílio e a cena que ocorre após a sua volta me deixou com lágrimas nos olhos.
            Blay e Qhuinn ganham mais destaque nesse livro e, apesar de já ter previsto o que iria acontecer entre eles, fiquei pasma mesmo assim. Esses personagens ganharam mais “contornos” nesse livro, o que me fez gostar mais deles.

            PONTOS FRACOS.

            Gente, eu avisei que não iria suportar a história do drogado patético Phury. Senti isso desde “Amante Liberto” e “Amante Consagrado” só aumentou minha antipatia por esse personagem.  O cara faz um voto de castidade para parecer mais puro, tem pinta de galã e salvador e quer que todos admirem sua coragem e blábláblá. Mas, quando chega a hora de Phury tomar uma atitude o que ele faz? Se tranca no quarto e fica se drogando.
            Ok, quando não está bancando o coitadinho, Phury até que  tem pontos positivos mas essas cenas são tão raras que eu tinha vontade de pular as cenas com ele. O ápice de minha irritação com Phury aconteceu no meio para o final do livro. Pensei que, finalmente, ele ia tomar uma atitude mas tudo o que fez foi ir comprar mais drogas. Patético.
            Outro ponto negativo é que os redutores voltaram dessa vez com um novo líder.  Não sei o que foi mais irritante: Ler sobre a maldade dos redutores ou sobre mimimi do Phury. Ômega contraria tudo o que a gente pensa sobre ele e aparece com uma idéia nova algo que, segundo ele, vai reequilibrar a guerra com os irmãos.  Ainda estou tentando entender no que isso vai mudar as coisas na série, então sem comentários.

           
CONCLUSÃO

            No que se refere a história do casal principal, esse é o livro mais fraco da série. Talvez seja por que não consegui me ligar aos personagens principais como deveria mas a história de Phury e Cormia não está entre as minhas favoritas. Em compensação, é um livro sobre a Irmandade então sempre vale a pena ser lido mesmo que, depois desse livro, tenha ficado ainda mais preocupada com o rumo da série. O próximo livro, Amante Vingado, tem tudo para ser uma ótima história mas com a Ward nunca se sabe. Nota 8 e votos para que “Amante Vingado” esteja na livraria o mais breve possível. Até a próxima. 

Leu a resenha? Não leu? Mesmo assim, aguardo o seu comentário. 




Resenha: Amante Liberto – J.R. Ward

                                                                                                                  

Alerta: Esse post contém spoilers sobre os livros anteriores da saga. Se você já leu até “Amante Revelado” pode ler a resenha sem problemas.

Clique nas imagens abaixo para ler sobre os outros livros da saga.





1-                  Amante Sombrio (capa vermelha)
2-                 Amante Eterno ( capa azul)
3-                 Amante Desperto (capa cinzenta)
4-                 Amante Revelado (capa meio metálica, a única que tem uma mulher em destaque)

“Por que o amor, afinal, era eterno e não sujeito aos caprichos da morte”


 Vishous é o irmão mais frio e controlado da Irmandade. Aparentemente nada desperta-lhe emoção alguma mas essa postura, que começa a ruir em “Amante Revelado” nesse livro está por um triz.
V. observa seus irmãos com suas shellans, principalmente Butch, e se sente mal pois é algo que nunca teve. Novamente a idéia de suicídio lhe passa pela cabeça e, para piorar, suas visões não voltaram. É então que V. descobre algo sobre sua mãe biológica, que trará maiores conseqüências que ele, filho de Bloodletter, não esperava de maneira alguma.
Depois de um ferimento quase mortal, o vampiro acaba conhecendo a Dr. Jane Whitcomb, que lhe salva a vida. A postura indiferente que V. aprendeu a manter desde que era mais jovem já não se encaixa mais com aquela humana. Ele tem que estar com ela.


Pontos Fortes

V. é o grande ponto forte desse livro. Era um personagem sobre o qual eu não dava nada, mas que acabou se revelando um cara muito legal e,  apesar de seus traumas do passado, em nenhum momento ele deixa isso afetar seu relacionamento com a mocinha.Ele e Jane não são um casal comum, mas, mesmo com suas posturas um pouco diferente das convencionais eu não duvidei nem por um segundo que eles eram feitos um para o outro.
Outro ponto positivo é que nesse livro não há Sr. X ou Sr. L: Os redutores não aparecem! Isso é uma vantagem por que ninguém merece ler sobre esses caras chatos.
Tem também John que, finalmente, começa a se revelar um personagem interessante e Xhex que volta a aparecer nesse livro. Outros personagens também têm certo destaque como Blay, Qhuinn e o humano Manny, amigo de Jane.  O final do livro também nos deixa antever uma outra personagem, mas não vou dar spoiler aqui.

Pontos Fracos

 Uma palavra: Phury. Não sei como vou agüentar ler o livro dele, já que Phury continua se mostrando um drogado patético. Desculpe quem gosta dele, mas esse livro não serviu para que minha simpatia por ele aumentasse. Tenho pena da esposa Shellan dele (que já dá para perceber quem é, nesse livro).
Outro ponto negativo é que Revhenge sumiu nessa história, assim como Phury sumiu na história passada. É aquela estratégia da autora de manter algumas histórias meio em Stand-by e só retomá-las um livro antes do livro em que esse personagem será o principal. Nada contra, mas senti falta do Revh.
Sobre o final desse livro eu não sei nem o que dizer. Queria ter uma boa conversa com a Virgem Escriba (ou com a J.R. Ward mesmo) por que foi uma situação sem precedentes e nada na mitologia da série deixava antever um acontecimento desses. Falei difícil agora rs, mas é melhor que dar spoiler.

Conclusão: O livro é um dos meus favoritos da série, chorei horrores com ele. Poderiam mudar algumas coisas, tipo o final, mas mesmo assim vale à pena. A série da Irmandade parece estar longe de terminar e a qualidade dos livros continua muito satisfatória. Amante Liberto não tem tanta ação quanto os livros anteriores, mas é uma história de amor muito bonita e diferente. Adorei.
Não sei como será o livro do Phury, já tenho ele aqui em casa mas estou enrolado para ler. A birrinha que eu tinha com o V. antes de ler “Amante Liberto” não se compara a antipatia que eu sinto pelo Phury, então o livro dele não está no topo das minhas leituras no momento.

Mas  a série continua sendo uma das minhas favoritas, com certeza, com personagens complexos e histórias envolventes. Até a próxima.


TRECHO DO LIVRO

            Dessa vez separei um trecho pequeno, quem quiser ler é só selecionar.

[Inicio do Trecho]

(Jane e V. estão conversando e ela pergunta a ele como consegue ler mentes)

—Ah... como exatamente você lê mentes?
  —É  mais ou menos como captar uma radiofreqüência. Costumava acontecer o tempo todo, independente da minha vontade.
  —Costumava?
  —Acho que a antena  quebrou. —Uma expressão amarga  aflorou  em  seu  rosto,  e ele apertou os olhos —Mas fiquei sabendo, por uma fonte confiável, que tudo vai ser consertado sozinho.
  —Por que parou?
  — “Por que” é sua pergunta favorita, não é?
  —Sou uma cientista.
  —Sei. —As palavras foram ditas de modo arrastado, como  se ela tivesse acabado de dizer que  estava vestindo uma lingerie sexy— Adoro sua mente.

[Fim do trecho]

(*suspiro* quero um homem que diga que adora a minha mente rs)

EXTRAS no Tumblr: FanArts dos personagens 


O que achou da resenha? Já leu esse livro? Tem vontade?