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Sedução Fatal – Kimberly Raye

Nikki Braxton já tinha desistido de encontrar um homem normal até que ela conheceu o caubói Jake McCann. Moreno, alto e muito sensual, Jake poderia ser o homem perfeito... se não fosse um vampiro. Bem, ao menos isto explica o.. ahn.. imenso apetite que ele sente por ela. Toda vez que eles se entregam ao fogo do desejo, Jake se alimenta da energia que precisa para destruir seu maior inimigo e reverter a maldição que o tornou um vampiro. Para a sua alegria, Nikki simplesmente adora passar as noites com ele e sua companhia é o melhor dos afrodisíacos. Até que Nikki é seqüestrada. Agora, Jake terá de optar entre sua chance de virar humano outra vez e salvar a única mulher capaz de fazê-lo se sentir vivo.

Eu achei que á tinha trocado esse livro mas, vejam só, o primeiro livro da série “Amor a primeira mordida”! Resenhei os outros 2 aqui no blog, por isso achei legal falar sobre o primeiro também.

(Pausa para admirar ao tanquinho do modelo da capa. TODAS SUSPIRA).

Então, como dito acima, Jake é um vampiro mas não está muito satisfeito com sua existência – por isso, quer destruir o vampiro que o criou, para que possa voltar ao normal. Acontece que Jake não se lembra de quem é o sujeito, por isso volta para Skull Creek para encontrá-lo: Os vampiros sempre voltam ao local por onde passaram pela transição e Sam Black, o vampiro que o mordeu, iria ir para lá mais cedo ou mais tarde.

Como os vampiros de “Kimberly Raye” tem tanta necessidade de sexo quanto de sangue, em um primeiro momento o relacionamento entre Nikki e Jake é só baseado nisso. Depois é que começam a desenvolver a parte romântica do relacionamento. Graças a esse fato, o livro tem dezenas de cenas hot, incluindo a “famosa” cena da moto, em que Jake simplesmente controla o veículo com a mente enquanto, hum, vocês sabem.
Quando li esse livro pela primeira vez, achei a história toda bem interessante mas fiquei um pouco frustrada com o final. Esse negócio de não querer ser vampiro e de não transformar a mocinha em vampira no final do livro é uma das coisas que mais me irritam quando leio uma história do gênero. E, em “Sedução Fatal”, isso acontece.

Mas ai eu li de novo, depois que já tinha terminado a série e tive uma impressão melhor do livro. Não entra para os meus favoritos mas é uma boa história, é divertida e te deixa curiosa sobre os próximos livros o que, imagino, seja o objetivo de todo primeiro livro que faz parte de uma série.
Levando tudo isso em consideração, indico a todos que gostam de romances com tema sobrenatural e uma pitada de “Fuego!”. Nota 7,5 – um livro razoável que ganha meio ponto pelos motivos que citei acima – desperta a vontade de ler os próximos. 

Mais um livro sobre vampiros! Leriam? Não? Porquê? Comentem!


Resenha: Sede de Prazer – Kimberly Raye

A vampira Viviana Darland tem uma missão: reviver o melhor momento de prazer que teve na vida quase eterna antes que seu passado a alcance e as criaturas das trevas que ela mesma criou a destruam. Com cetreza Viviana tem direito a um último prazer terreno. E, com Garret Sawyer, o prazer é sempre garantido. Garret tem mais de cem anos de experiência, mas jamais esqueceu seu primeiro amor... ou sua amarga traição. Será que ele está feliz em rever Viviana? Não. Será ele capaz de resistir à necessidade de dar a ela a noite inesquecível que ela tanto deseja? Também não! Mas Garret tem sua própria missão. Com a volta de Viviana, conseguira ele destruir aquele que o tornou um vampiro e recuperar sua humanidade? 

Esse é o terceiro livro da série “Amor a primeira mordida” da Kimberly Raye. Os outros livros da série também tem resenha, você pode ler aqui
A ultima história da série conta a história de Viviana e Garret que, apesar de sua história passada, acabaram não dando certo um com o outro (por motivos que só serão conhecidos no final). Viviana surge do nada na vida de Garret, disposta a ter mais uma noite com ele, antes que as pessoas que ela transformou em vampiro voltem para matá-la.

Como se fosse algum mal fazer com que alguém viva eternamente, né? Nessa série sim, tanto que Garret e seus amigos também procuram a pessoa que os transformou para voltar a condição humana.

Sendo Viviana e Garret vampiros que se conhecem de longa data o livro tem um desenvolvimento um pouco diferente dos primeiros, em que os mocinhos relutavam envolvimento sério por serem “criaturas perigosas” e blá, blá, blá.  Os personagens são mais interessantes e, talvez por isso, o casal “convença” mais do que o do segundo livro por exemplo.

O mistério, como sempre, teve um desfecho previsível, mas gostei bastante da conclusão da série – pelo o que vi há até um gancho para outro personagem e sua futura história.

Enfim, tirando algumas atitudes idiotas que os mocinhos tomaram no final (auto-sacríficio, blargh!) gostei bastante do livro, é uma história de amor e vampiros bem básica mas diverte quem gosta do gênero (eu, por exemplo). Nota 8,5 – um bom livro (o meio ponto foi pelo final que me deixou super curiosa para conhecer a história do xerife Matt Keller).

Dessa vez a resenha ficou um pouco mas quero saber: Também achariam ruim viver para sempre? Comentem!




Resenha do livro Encanto Eterno – Kimberly Raye

Dillon Cash era o sujeito mais esquisito de Skull Creek, até ser atacado por um vampiro e se tornar em uma máquina de sexo. Agora, todas as mulheres da cidade querem tirar uma casquinha desse sexy caubói! Meg Sweeney não se conforma com as mudanças do seu amigo Dillon e quer saber como ele conseguiu mudar do dia para a noite! Afinal, se Dillon pode ser um pedaço de mau caminho, ela também quer descobrir a deusa que existe dentro dela. Meg só precisa de algumas lições...E Dillon jamais negou qualquer coisa para sua melhor amiga...
Mas ele não desconfiava que passar uma noite com Meg em sua cama o deixaria morrendo de vontade de dia viver outra vez!

            Esse é o segundo livro da série “Amor a primeira mordida”. (Você pode ler a resenha do primeiro aqui e a do terceiro aqui). Como podem ver o livro é Desejo Fuego: Isso quer dizer que são romances com cenas bem hot.
Fuego!
            Dillon é o típico nerd. Ou pelo menos era, até se transformar em vampiro e ficar, de um dia para o outro, sexy e auto-confiante. É então que acontece o famoso problema com os patinhos feios que ficam bonitos: Eles acham que tem que sair pegando todo mundo, como se quisessem provar algo para si mesmos.
            O mocinho desse livro tem esse problema. Confesso que metade de minha empolgação com a história foi embora logo de cara. Simplesmente não consegui ter uma boa imagem mental de um cara que sai de um quarto de motel, onde estava com outra, para ir dar em cima da mocinha e melhor amiga do lado de fora. Em um momento ele está com uma e depois já sai e da em cima de outra!
            Não me venham que esse papo de que se trata da natureza sensual dos vampiros. Eu amo vampiros e até poderia entender essa situação se Dillon não tivesse sido tão óbvio em suas investidas, tão direto. Sei lá, um pouco de tato é bom para qualquer um. Incluindo para um vampiro.

            Quanto a mocinha, bem, é uma outra obcecada. Quer mostrar para a cidade e para os homens que não é mais a moleca de sempre e acha que vai conseguir isso entrando numa lista. Uma espécie de “solteiros mais cobiçados” da cidade. WTF?
            Enfim, achei o enredo fraco e com pouco romantismo. Os cortes da edição brasileira também não me ajudaram a gostar desse livro, nem a ver esses dois como um bom casal. Quando leio um romance, espero um pouco de romantismo e nesse livro vi muito pouco. Além disso o amor dos personagens só convence porque se tratam de amigos que sempre se amaram. Se eles tivessem acabado de se conhecer (como foi no primeiro livro da série) sinto que iria ficar mais inacreditável ainda que pudessem amar.
            Apesar de tudo, quero ler o terceiro volume dessa série. Tenho sempre a esperança de que pode melhorar e acho sinceramente que Kimberly Raye é uma escritora razoável, ainda que seus romances sejam meio rasos. Então vou insistir mais um pouco.

            Só não acho legal essa insistência dos vampiros do livro em não transformar as parceiras em vampiro também. É a “Crepúscolização” dos romances de vampiro: As mocinhas têm que brigar para serem transformadas ¬¬. Me xinguem se quiser mas acho que vampiros não são (ou melhor, não eram) tão nobres assim.

            Minha nota para Encanto Eterno? 7,5. É um livro razoável. Nem mais nem menos.

            O que acharam? Leriam esse livro? Aceito opiniões sinceras. =D