Resenha: Luxúria - Eve Berlin (Trilogia Luxúria #001)

segunda-feira, outubro 29, 2012 3 Comments A+ a-




        Quando a escritora de romances eróticos Dylan Ivory decide escrever um livro a respeito de sado-masoquismo, ela decide retirar o conhecimento "direto da fonte" - entrevistando pessoas que tem isso como opção de vida. Mas, ao conhecer Alec Walker, um dominador conhecido no meio, ela percebe que grande parte de suas teorias pré-concebidas sobre o assunto estavam erradas.

          É então que Alec faz a proposta: Segundo ele, Dylan jamais saberia como é a verdadeira sensação de uma sessão de sadomasoquismo se não experimentar. Ele propõe que ela seja sua submissa para que possa ter material suficiente para escrever sua história.
           O problema é que Dylan não se considera uma submissa. Desde pequena ela aprendeu que o melhor é se manter no controle de todas as situações, não se submetendo a nada e nem ninguém. Ela então faz uma contra-proposta: Ela tentaria se submeter a Alec, porém, caso ele não conseguisse dominá-la, ela seria a dominadora na relação. Alec aceita e começa então a história.
            Luxúria é o primeiro livro de uma trilogia da autora Eve Berlin. Os livros seguintes contarão histórias paralelas a essa narrada no primeiro livro, com outros personagens como protagonista.
            Achei a capa desse primeiro livro muito bonita e confesso que essa foi a primeira coisa que me chamou atenção, seguida pela sinopse interessante. Esperava um romance adulto (erótico) com o tema BDSM e um toque de romantismo e, nesse quesito, o livro cumpriu todas as minhas expectativas. A trama inteira gira em torno dessa pratica sexual pouco usual entre os personagens, os 'jogos de poder' que fazem um com o outro. Dylan, a personagem feminina, é a tipica mulher moderna: Gosta de sexo mas também é independente e segura de si. Para ela é difícil entender e racionalizar essa coisa de submissão, razão pela qual resiste no inicio. Já Alec é um cara viajado, estudado, que vê a prática como uma relação de troca de poder entre as duas partes: Ele explica a Dylan que, nesse tipo de relacionamento, o submisso também é poderoso pois, apesar de dar o poder e controle ao dominador, é ele quem decide até onde este pode chegar.

            No começo impliquei com a maneira com que essa autora escrevia. Não tanto pelos termos utilizados mas pelas frases um tanto curtas com que a autora narrava a história (a propósito, a narrativa é em  3º pessoa). Tive um pouco de dificuldade com essa escrita mais crua e seca porém logo me acostumei e, acabei devorando o livro.
             Li 'Luxúria' em um final de semana e gostei muito da trama e dos personagens. Entendo que alguns clichês sejam característicos do gênero mas gostei da maneira como esses clichês se alinharam nesse romance. O  desfecho achei particularmente interessante pois mostra que, apesar do amor que eles sentem um pelo o outro, ainda precisarão se ajustar e superar seus medos. Ou seja: Não há final feliz tipico, em que eles são felizes para sempre e todos os problemas são removidos. A impressão é de que o amor entre eles é um ponto de partida para que eles tentem fazer da certo, apesar dos receios que ambos sentem.

          É impossível falar de Luxúria sem citar o romance erótico feminino do momento, 50 tons de cinza. Provavelmente quem leu e gostou de Cinquenta Tons irá se interessar por esse. É por isso que dou o aviso: Apesar do mesmo tema (Sadomasoquismo) ambos os livros diferem no enredo, nos personagens e na maneira como o tema é retratado. 'Luxúria' aborda o tema com mais liberalismo, pois a mocinha não se ressente com as preferências sexuais do mocinho, encarando-as e se descobrindo também interessada por tais praticas.  Além disso, Alec não usa os tapas da mesma forma que Grey, como punição, e sim como preliminares entre ele e Dylan.
            É difícil explicar e confesso que gostei de ambos os livros mas acho 'Luxúria' um livro que aborda o sadomasoquismo de maneira menos preconceituosa e mais realista do que 50 tons.  A dinâmica entre o casal também tem mais foco do prazer/dor, todas as cenas entre eles tem algum momento sadomasoquista. Há uma cena em particular, em que eles vão à um clube de sadomasoquismo, em que tem até um pouco de exibicionismo, por isso, se acha estranho a mocinha ficar nua no meio de outras pessoas, talvez seja melhor ler outro livro. 

             Como já disse antes, gostei muito do livro, dos personages, tanto que pretendo ler os próximos lançados. Não é um livro memorável mas gostei bastante da maneia como foi abordado o tema. Minha nota é 8 - bom. Recomendo a todos que gostam de romances adultos e particularmente àqueles que consideraram 50 tons de cinza muito politicamente correto e perfeitinho.

P.s.: Quase ia me esquecendo. Que mocinho que é esse, gente? Muito fofo *-*

EXTRAS
Sinopse e página do livro no Skoob. 


Você já leu algum livro com o tema sadomasoquismo? Comente! 
         

Resenha: Um olhar de amor - Bella Andre (Série Irmãos Sullivan #001)

sexta-feira, outubro 26, 2012 1 Comments A+ a-

                                                                          
                       
            Chloe estava tendo um péssimo dia, até que encontrou Chase Sullivan. O bonitão lhe ofereceu uma carona, o que ela aceita, porém não sem certa hesitação. Afinal confiar nos homens nunca era uma boa ideia - e ela tinha um machucado no rosto para comprovar isso. 
             Enquanto Chloe age de forma esquiva Chase se apaixona praticamente a primeira vista. Ele nunca se considerou protetor mas se viu querendo ajudar Chloe a se livrar de seus problemas. Antes disso, porém, ele tinha que fazer com que ela confiasse nele. 
             Recebi esse livro na minha parceria com a Novo Conceito, juntamente com uma carta alertando sobre o conteúdo impróprio para menores. As pimentinhas na capa e toda a divulgação do livro também não deixavam duvidas: Se trata do primeiro 'romance Adulto' publicado pela editora. 
            A história gira em torno da relação entre Chloe e Chase, ela tentando repeli-lo mas se vendo incapaz de resistir à atração entre eles enquanto Chase já está pensando em casamentos e vida a dois. Nesse livro também conhecemos Marcus, o protagonista do próximo livro da série (que se chama "Por um momento apenas" e será lançado em novembro) e o restante dos irmãos e irmãs Sullivan, que serão os protagonistas dos próximos livros. 
           Sobre os personagens principais, Chloe e Chase, tive sentimentos contraditórios. Gostei de ver a evolução de Chloe ao longo da história, a forma como ela volta a confiar no amor depois de tanto tempo mas confesso que fiquei irritada com a recusa da mocinha em aceitar o amor de Chase, só mudando de ideia aos 45 do segundo tempo. Minha irritação se deve principalmente a instabilidade dos argumentos da mocinha; em um momento ela pensa que tem que fazer tudo sozinha, depois que não merece um homem tão bom, depois que não está pronta para um relacionamento... Achei tudo muito vago. Até por que, enquanto ela tinha esses pensamentos, bem que ia se aproveitando do "caso" com ele (esperta ela rs)
            Quanto a Chase, é o homem dos sonhos: Lindo, rico, carinhoso, paciente... O cara perfeito e tipico herói romântico. Porém, ao mesmo tempo em que suspirei com seu jeito carinhoso e com sua pegada  dedicação à mocinha, manisfestadas desde a primeira página, também senti falta de certa profundidade. Chase permanece o mesmo desde o inicio do livro, não tem evolução e nem mostra mais do que seu belo corpo e coração, permanecendo o mesmo cara correto do inicio ao fim. Se fosse um romance de banca eu não reclamaria, mas acho que um livro com o dobro de páginas (256) poderia ter personagens um pouco mais complexos. 
              Falando em romance de banca (Júlia, Sabrina, Bianca...), se você gosta do gênero vai se esbaldar com 'Um olhar de amor'. O enredo, os personagens, tudo é bem similar aos dos livrinhos que amamos. Claro, o livro é maior, então não tem aqueles cortes estranhos que vemos em romances de banca mas o restante...
              O que me lembra, o livro tem bastante cenas hot entre os personagens e algumas situações bem sensuais que ocorrem entre eles. Porém, se está esperando algo no estilo "50 tons de cinza" esqueça: o livro é sensual mas não envolve sadismo ou submissão. Na verdade é Chloe quem dá os passos mais ousados na relação, enquanto Chase se controla para que ela "se descubra" novamente. 
               Minha nota para o livro é 8 - um bom livro mas tirei esse meio ponto por essa questão dos personagens.

Minha expectativa agora é para o livro de Marcus: Pelo o que li sobre ele no primeiro livro, acho que vou gostar mais do segundo - vai ser interessante ver o sério e responsável Marcus apaixonado.

EXTRAS
Página do livro no Skoob (Com sinopse e outras informações)

Resenha: Feche bem os olhos - John Verdon

segunda-feira, outubro 22, 2012 0 Comments A+ a-




             Uma noiva é decapitada no dia de seu casamento, evento que foi filmado por diversas câmera sem que pudesse se definir como/quando ocorreu. O principal suspeito, Hector Flores, desapareceu sem deixar rastros. E o crime tem outros detalhes curiosos que logo chamam a atenção de David Gurney. 
             Nesse livro o mesmo detetive de Eu sei o que você está pensando se depara com um mistério que tem tantas camadas e personagens complexos que chega a pensar que o crime não faz sentido algum: Afinal, quem é Hector Flores e por que se daria ao trabalho de assassinar Jilian Perry (a noiva) no dia de seu casamento? Para onde ele foi depois disso sem que as câmeras o tivessem filmado?
Com uma trama com temática voltada para o sexo em sua pior forma, Verdon constrói uma narrativa cheia de reviravoltas engenhosas e camadas ocultas. 
              Esse livro tem uma baita vantagem em comparação ao primeiro, tanto no quesito investigativo, quanto nos desdobramentos do mistério. Gurney atua, de fato, como um detetive ao invés de um simples consultor da policia, o que rende prejuízos até mesmo em sua vida particular. Sobre isso, vemos em 'Feche bem os olhos' o quando o caso Mellery (do primeiro livro) afetou o casamento de Gurney e Madeline. Confesso que torço pelo casal apesar de achar que a tendencia, nos próximos livros, é que eles acabem se separando mesmo. 
              Isso se houver algum próximo livro, claro. Mas, presumindo que Gurney seja uma especie de 'Sherlock Holmes' moderno, criado por John Verdon, é possivel que esse ex-policial não fique parado por muito tempo. 
            Como disse anteriormente, achei essa trama melhor construída do que a primeira e gostei muito mais de acompanhar os desdobramentos do caso. Dessa vez posso dizer que consegui 'pegar' quase tudo o que aconteceu logo nas primeiras páginas, porém é fascinante ver uma história tão bem construída, mesmo já desconfiando do final. 
             Depois desse livro posso dizer que John Verdon é um dos grandes nomes do romance policial de sua geração, um autor engenhoso que sabe dosar alguns momentos de drama com outros de suspense. Gurney, personagem criado por Verdon, é tão real que cheguei a pensar que era um alter-ego do próprio autor, até descobrir que este nunca trabalhou no ramo de investigação. Mesmo assim continuo achando muito interessante o paralelo que o autor faz no personagem: 
          De um lado o detetive objetivo e equilibrado e de outro o pai e marido ausente e   distante. É como se Gurney fosse envolvido por camadas de personalidade que vão se revelando para os leitores ao longo da narrativa, gerando um mistério que corre em paralelo com o principal. Por que, até mesmo para nós, leitores, é dificil saber exatamente o que David Gurney pensa ou sente. 
            Indico fortemente para os fãs do gênero. Os leitores de Agatha Christie e Conan Doyle certamente apreciarão esse tipo de trama intrincada e se divertirão tentando descobrir a identidade do assassino. Nota 9 - muito bom.  

EXTRAS
Página do livro no Skoob

Resenha: Conquista - Candace Camp #MaratonaDeBanca

segunda-feira, outubro 15, 2012 3 Comments A+ a-




            Juliana crescera em um lar sem amor nem compaixão. Apenas uma pessoa a tratava com carinho: Nicholas Barre, um menino órfão, porém herdeiro de uma vasta herança. Ele também sofria nas mãos de suas guardiãs, mas logo partiu em busca de novos caminhos. Forçada a trabalhar como dama de companhia, Juliana teme jamais desfrutar de sua juventude e encontrar o amor de sua vida... até reencontrar Nicholas em um baile, agora um homem rico e com um título de nobreza. E mais lindo do que nunca...
Muito requisitado pela sociedade londrina, Nick desafia todos os costumes ao reatar sua amizade com Juliana, de uma maneira mais forte e envolvente do que antes. Mas ela não é perdoada por ser a preferida dele, e logo se vê em apuros ao ser expulsa da casa em que trabalha. Por isso, Nick decide recompensá-la da única maneira possível: tornando-a sua esposa.Entretanto o casal ignora que interesses ocultos buscam destruí-los, pois alguém deseja se apoderar da fortuna de Nicholas. E está disposto a tudo para consegui-la... – Sinopse retirada do Skoob
            Amigos de infância que, após passarem um longo tempo separados, tornam a se encontrar e se apaixonam. É exatamente assim que acontece com Juliana e Nicholas; quando crianças eles viviam de favor na mesma casa, ambos sendo marginalizados pelos parentes esnobes. Claro, Juliana e Nicholas não são parentes de sangue – ele é sobrinho do marido da tia de Juliana – mas constroem um relacionamento naqueles anos que foi importante para ambos.  Porém Nicholas vai embora...  

            Quando o reencontra, durante uma grande festa em Londres, Juliana está mais do que consciente da beleza e masculinidade de seu amigo de infância. Mas ela também tem consciência das diferenças sociais que agora existem entre eles: Nicholas agora é um lorde rico e Juliana não passa de uma dama de companhia.
            Porém Nicholas não está nem ai e fica encantado em rever sua amiga. Ele também percebe que Juliana está mudada e que sente algo mais intenso do que a amizade de antes mas prefere ser discreto sobre sua atração para não destruir a reputação da moça.
            Mais uma vez Candace Camp pega uma história simples, já lugar-comum em romances e constrói a narrativa de forma interessante, com personagens principais ótimos e vilões a espreita, tudo envolto em um mistério meio previsível, mas que atua como fio condutor da narrativa, pois os personagens principais se aproximam romanticamente ao mesmo tempo em que atuam como “detetives” em um caso de assassinato.
            Mas isso é só para o final do livro, antes disso a autora utiliza-se de outro chavão, o casamento de conveniência. Os mocinhos se casam por que é conveniente para ambos mas não por que se amam, de fato. Pelo menos é isso o que afirmam no começo mas, a convivência diária acaba fazendo com que se apaixonem ainda mais um pelo outro.
            Confesso que esse é um dos meus clichês favoritos no mundo dos romances e que foi isso o que me motivou na escolha do livro.  Isso e o fato de que conheço o talento de Candace Camp como escritora. ‘Conquista’ não é tão hot mas conquistou-me (sem trocadilhos) pelo amor entre os personagens, retratada de maneira tão bonita e convincente.
            Acho que é esse um dos grandes trunfos de Candace Camp como autora: Ela consegue convencer o leitor do amor entre os personagens, não restando dúvidas ao final de que eles de fato se amam. Em ‘Conquista’ é palpável que o que Juliana sente por Nicholas é mais do que uma paixonite ou uma atração. Conseguimos perceber o afeto que ela tem por Nicholas desde menina mas também a paixão que a mulher sente pelo homem. O mesmo ocorre com os sentimentos de Nicholas para com Juliana.

            Por isso recomendo com louvores para aqueles que gostam de romances de época e de histórias com um leve toque de mistério. Não é o meu livro favorito da autora mas merece uma nota 8 – é um bom livro.

O.b.s.: No Skoob falam que o livro “Conquista” faz parte de uma série chamada ‘Amores Ousados’ cujo primeiro livro é ‘Audácia’ (cuja resenha fosse pode conferir aqui). Porém não encontrei nenhuma referência a isso no site da autora, foi uma ligação feita pela editora brasileira mesmo.
No Romances in Pink, um blog especializado em romances, há a informação de que o livro é o primeiro da série ‘Women and Men’, cujo segundo livro é Relação Perigosa (clique no link para ler a resenha). Isso faz muito mais sentido pois a heroína de ‘Relação Perigosa’, chamada Eleonor, aparece  em ‘Conquista’.

 Para ler outras resenhas que escrevi para a Maratona de banca, clique aqui. 

Resenha: O cavaleiro Negro - Reynold de Burgh

segunda-feira, outubro 01, 2012 1 Comments A+ a-



 Sem spoiler
          
             Reynold de Burgh é o sétimo irmão de uma família de sete irmãos. E tem uma deficiência de nascimento na perna que o faz mancar e lhe causa dores. Em uma família normal isso já seria uma situação delicada, mas Reynold considera pior ainda o fato de ser um De Burgh: Afinal todos os seus irmãos são o ideal de guerreiros, não tem nenhum defeito físico.
            Pior ainda, a maioria dos De Burgh já tem uma esposa, incluindo o pai que se casou recentemente. Reynold sempre foi o mais melancólico dos irmãos por conta desse problema na perna, mas considera a gota d’água ficar testemunhando a felicidade de seu pai e irmãos quando ele próprio sabe que nunca vai encontrar o mesmo.
            É por isso que Reynold ‘foge de casa’, em companhia de um jovem pajem. Ele deixa apenas um bilhete ao pai informando que irá fazer uma peregrinação, mas no inicio vaga sem rumo de cidade em cidade. Só quando chega Grim’s End é que percebe um verdadeiro propósito naquela viagem: Salvar Sabina Sexton.
            Com esse livro completei a minha coleção dos livros dos irmãos De Burgh. É uma série que eu gosto bastante por isso, quando recebi esse presente da Fabiana comecei imediatamente o livro, com expectativas a mil, claro.
            Talvez seja esse o meu problema com esse livro. Esperava algo tão bom quanto os outros livros do De Burgh, mas esse livro é apenas... Bom. Uma típica história medieval, com o cavaleiro, a donzela em perigo e até mesmo um dragão (sério).
            Não que o típico seja ruim, mas, em se tratando dessa família eu sempre espero algo mais, uma cena mais emocionante, um diálogo intenso... Esperava, inclusive, mais de Reynold como personagem. E de Sabina também, por que até mesmo as esposas dos outros irmãos têm características que as fazem únicas. Somente no finalzinho do livro, aos 45 do segundo tempo, é que Sabina perde um pouco a aura de perfeição que se cria em torno dela e fica um pouco mais simpática para mim. Porém já é tarde, pois a história está acabando. Quanto a Reynold, um pouco de atitude também não faria mal. Mesmo relevando os seus traumas e inseguranças, o mocinho ainda deixou a desejar no quesito “pegada”.
            Só deixo bem claro que essa minha decepção não é por que o livro é ruim. O problema é que eu acho que poderia ser melhor, por isso minha nota é 6,5 – o livro razoável, mas tirei meio ponto pela minha decepção.

Já leu algum livro dos irmãos De Burgh? Comente!